Seu desejo era ser uma Eva Perón, a mãe dos descamisados argentinos ou até uma Angela Merkel, chanceler alemã e considerada a dama de ferro da Comunidade Européia, mas seus intentos não deram certo, desceu tudo pelo ralo. Se não tivesse o padrinho que tem, jamais ocuparia o cargo mais alto do País, a Presidência da República.
A presidente (ou presidenta, como prefere ser chamada) é insegura, pois tudo consulta o padrinho; e inexpressiva, já que não conseguiu captar o "carisma" do seu chefe. Mostra que não sabe governar e com isso parece mais um fantoche. Quem manda é a base aliada (PT e PMDB), composta por corruptos e corruptores.
Seu padrinho fez de tudo para que a afilhada fosse reeleita em 2014, mas, pelo andar da carruagem, o filme queimou e consequentemente sua popularidade (herdou do padrinho) despencou, segundo pesquisa do DataFolha. Caiu 30%, devido as manifestações que tomaram conta do Brasil.
E o padrinho que pretendia se candidatar em 2018, depois de um provável segundo mandato da afilhada, certamente vai querer antecipar sua volta. E quem sabe, ela será novamente a sua chefe da Casa Civil?
O Governo Dilma entrará para a História como um período conturbado, inflação astronômica, protestos com muitas reivindicações por todo o País, em plena Copa das Confederações, com o povo nas ruas pedindo melhorias na saúde, educação, transportes com a qualidade e o padrão Fifa, em que foram gastos com os estádios 28 bilhões de reais. Enfim, tudo de Primeiro Mundo.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário