segunda-feira, 15 de julho de 2013

CIBERVIGILÂNCIA ONIPRESENTE

O feitiço virou contra o feiticeiro. Se Edward Snowden queria quinze minutos de fama, certamente não poderá nem escrever um livro, pelo menos, por enquanto. O ex-analista da CIA (leia-se ex-espião) agora está bonzinho, quer lutar pelos direitos humanos, viver num mundo melhor e não ser vigiado. Mas, está sendo vigiado e, por imposição do governo russo, não pode mais dar declarações. Está bloqueado.
Antes de denunciar a espionagem cibernética à imprensa, Snowden largou sua belíssima (dizem) esposa e um bom emprego no Havaí, com um salário polpudo em torno de 200 mil dólares.Trocou a zona de conforto em que vivia, para se tornar um fugitivo da promotoria dos EUA, acusado de se apropriar de registros secretos do país, sobre vigilância do tráfego aéreo de internet e telefone e liberá-los à imprensa.

CIBERVIGILÂNCIA
O Pentágono e a Otan consideram hoje a internet como o quarto espaço da guerra, depois da terra, do ar ou da água.
Ultimamente, a Agência de Segurança Nacional dos EUA se dedica ao armazenamento de toda a informação que circula na rede, construindo um abrigo bilionário da Utah onde serão centralizados os dados, mostrando que o que ocorre nas comunidades mundiais é uma cibervigilância onipresente. Obviamente, não é apenas a observação e monitoramento de dados que está em questão, mas a intervenção ativa por meio de recursos de comunicação eletrônica nas crises políticas em cada país.


Nenhum comentário:

Postar um comentário