Ontem, sexta-feira (2), chegou ao final na sede da Associação Brasileira de Imprensa a primeira edição do Seminário de Tango Brasileiro e Argentino. O evento teve por objetivo traçar um paralelo entre o desenvolvimento desse gênero musical nos dois países. O seminário, realizado pela Academia Nacional de Tango do Brasil, aconteceu todas as sextas-feiras, durante todo o mês de julho e terminando no início de agosto.
O tango surgiu na metade final do século XIX, na região da Bacia do Prata, nas cidades de Buenos Aires e Montevidéu. Descendente de outros ritmos musicais, como a habanera, milonga e a polca, o gênero logo se difundiu pelo mundo por meio dos marinheiros, tornando-se popular no Brasil e na Europa.
O seminário lembrou os primeiros compositores e bailarinos, entre eles Carlos Gardel e Francisco Canaro, na Argentina, e Chiquinha Gonzaga e Pixinguinha no Brasil. Também foram lembrados cantores e músicos da chamada Nova Guarda do Tango Brasileiro, como Dalva de Oliveira, Nelson Gonçalves e o pianista e maestro José Fernandes; e da Nueva Guardia del Tango Argentino, como Astor Piazzolla e Júlio Sosa.
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