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Morreu hoje, no Hospital Municipal Souza Aguiar, o associado Santiago Ilídio de Andrade, 49 anos, casado, pai de quatro filhos, repórter cinematográfico, atingido na cabeça por um artefato pirotécnico aceso por um Black Bloc, durante a manifestação contra o aumento de passagens de ônibus no último dia 6, no Centro do Rio.Santiago é mais uma vítima da irresponsabilidade das empresas jornalísticas, que se recusam a fornecer equipamentos de segurança, treinamento e estabelecer como regra primordial de segurança o impedimento do profissional trabalhar sozinho. Nós, jornalistas de imagem, exigimos que as autoridades de segurança do Estado do Rio de Janeiro instaurem, imediatamente, uma investigação criminal para apurar quem defende, financia e presta assessoria jurídica a esse grupo de criminosos, hoje assassinos, intitulados “Black Blocs”, que agridem e matam jornalista e praticam uma série de atos de vandalismos contra o patrimônio público e privado. O repórter cinematográfico Santiago Ilídio de Andrade é o terceiro jornalista morto durante o exercício profissional, pela violência que se banalizou no Rio de Janeiro. Até quando vamos ter que chorar e enterrar mais um companheiro? Luiz Hermano Presidente da ARFOC--Brasil Alberto Jacob Filho Presidente da ARFOC-Rio | ||
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
ARFOC EXIGE APURAÇÃO DE QUEM DEFENDE CRIMINOSOS INTITULADOS "BLACK BLOCS"
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Morreu hoje, no Hospital Municipal Souza Aguiar, o associado Santiago Ilídio de Andrade, 49 anos, casado, pai de quatro filhos, repórter cinematográfico, atingido na cabeça por um artefato pirotécnico aceso por um Black Bloc, durante a manifestação contra o aumento de passagens de ônibus no último dia 6, no Centro do Rio.
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